Em meio à solidão, ao som de uma boa música minha mente viaja e e esses pensamentos são transpassados para cá, um Cárcere Intelectual intransferível, perdido no tempo.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
The best thing I ever had.
Quase doze meses. Quase doze meses puderam provar pra mim que as pessoas mudam, de verdade, da água pro vinho. Há quase um ano, eu achava que não pudesse existir pessoas TOTALMENTE ÚNICAS em nenhum canto do mundo, até conhecer uma. Ele, desde o começo era diferente. Diferente no jeito de falar, de agir, de rir, diferente nas conversas, nos assuntos, com suas amizades, diferente na forma de amar. Uma forma tão intensa que era como se realmente fosse a sua primeira vez. Esse jeito me impressionava pois as pessoas diziam ser diferentes mas nao eram. Ja ele, nao precisou dizer nada, só mostrar. Mostrar que era unico, que ninguem poderia mudar a minha vida como ele, que ninguem além de mim podia o conhecer profundamente e desvendar esse confuso oceano de aguas profundas e tranquilas.
Há quase meio ano, a vida mudou. A minha vida mudou. Mudou em todos os sentidos. Me tornei outra pessoa, com outros desejos e ambições, com outra visão. Há quase meio ano ele se afastou. Ficou cada vez mais distante que eu ja nao conseguia senti-lo. Antes, nossos corações batiam no mesmo ritmo acelerado, hoje, há quase meio ano, ele ja nao tem voz. É como se a bateria que o carregava tivesse pifado e o som de suas batidas estava mais fraco, cada vez mais distante. Aquela diferença, que o tornava único se desmanchou. Ele se misturou na multidao e eu ja não o notava mais. Aquele que antes se destacava aos meus olhos, se tornou apenas uma chama no meio de um fogarel, quase imperceptivel. Ele ja era comum, ja nao se via diferença entre ele e os demais.. Ele se tornara, para mim, como uma fogueira apagada, sem vento, sem combustivel, sem brilho. Nada mais chamava atençao, nada mais o destacava. Ele se tornou apenas um garoto, um garoto comum e só um pouco diferente, nao mais totalmente. Seu amor ficou no topo, como um troféu à mostra pra quem quiser ver e saber. Esse garoto não é mais o MEU GAROTO.
E depois desses doze meses, a vida nao parou. O amor só ficou ali, na prateleira, no pedestal. Ja nao ouço o som do seu coração, nao sinto sua respiração e ja não consigo sentir a sintonia. Uma sintonia que ficava ligada 24 horas por dia sem possibilidades de interrupções. Ela ja nao toca mais nossas musicas, nao transmite mais amor. Há quase um ano eu conheci um garoto diferente que hoje se faz tão comum que ja nao é possivel religar essa estação, uma estaçao enferrujada pela vida, pelo orgulho, pela distancia. Ela esta inerte, esperando por esse garoto diferente, a unica chave capaz de religar essa estação. "Era para eu estar ao seu lado e eu tenho esperado aqui muito tempo para você girar ao redor e me notar, mas agora você nao está mais aqui de mãos dadas comigo."
Há quase meio ano, a vida mudou. A minha vida mudou. Mudou em todos os sentidos. Me tornei outra pessoa, com outros desejos e ambições, com outra visão. Há quase meio ano ele se afastou. Ficou cada vez mais distante que eu ja nao conseguia senti-lo. Antes, nossos corações batiam no mesmo ritmo acelerado, hoje, há quase meio ano, ele ja nao tem voz. É como se a bateria que o carregava tivesse pifado e o som de suas batidas estava mais fraco, cada vez mais distante. Aquela diferença, que o tornava único se desmanchou. Ele se misturou na multidao e eu ja não o notava mais. Aquele que antes se destacava aos meus olhos, se tornou apenas uma chama no meio de um fogarel, quase imperceptivel. Ele ja era comum, ja nao se via diferença entre ele e os demais.. Ele se tornara, para mim, como uma fogueira apagada, sem vento, sem combustivel, sem brilho. Nada mais chamava atençao, nada mais o destacava. Ele se tornou apenas um garoto, um garoto comum e só um pouco diferente, nao mais totalmente. Seu amor ficou no topo, como um troféu à mostra pra quem quiser ver e saber. Esse garoto não é mais o MEU GAROTO.
E depois desses doze meses, a vida nao parou. O amor só ficou ali, na prateleira, no pedestal. Ja nao ouço o som do seu coração, nao sinto sua respiração e ja não consigo sentir a sintonia. Uma sintonia que ficava ligada 24 horas por dia sem possibilidades de interrupções. Ela ja nao toca mais nossas musicas, nao transmite mais amor. Há quase um ano eu conheci um garoto diferente que hoje se faz tão comum que ja nao é possivel religar essa estação, uma estaçao enferrujada pela vida, pelo orgulho, pela distancia. Ela esta inerte, esperando por esse garoto diferente, a unica chave capaz de religar essa estação. "Era para eu estar ao seu lado e eu tenho esperado aqui muito tempo para você girar ao redor e me notar, mas agora você nao está mais aqui de mãos dadas comigo."
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Incontroláveis Azuis
Ser livre, nunca foi uma opção.. pelo menos para mim. As pessoas se mostram quem são à cada dia e, a cada desabrochar das flores, a insanidade vai embora e a realidade dá seus primeiros sinais de vida. Temos que perder para poder ganhar. Perdi amor, perdi carinho, perdi amizade, perdi respeito e perdi minha liberdade. Liberdade esta, conquistada com esforço e com luta. Eu só queria ser como aqueles balões azuis, pintados no meu cartão de aniversário.. balões que poderiam voar para onde quiserem sem se importar com nada, que apenas o vento e a liberdade podiam controlar. Se eu fosse como eles, talvez eu estaria aí. Aí, ao lado desta chave que foi capaz de abrir um coração seco e petrificado em tão pouco tempo que parece ate história. Uma chave feita sob medida para essa fechadura, mas que por algum motivo, fora lançada pelo mundo afora e ja estava tao distante desse coração de pedra que nem o vento e a liberdade eram capazes de uní-los. Talvez este nao seja o lugar desses balões azuis. Quem sabe, um futuro os espera em um outro mundo, em uma outra realidade, em uma outra liberdade. Sentir-se só quando se está rodeado de pessoas era o que mais me assombrava. Ele nao entendia, nao sabia o que estava acontecendo. Eram tantas coisas erradas, tantas coisas ruins que este coração ficava cada vez mais duro, cada vez mais trancado, cada vez mais inquebrável. As pessoas nao entenderiam suas atitudes, suas vontades, seus desejos e seus sonhos. Aquilo tudo era só dele, do dono dos balões azuis. Ele tinha medo de ser contaminado com toda a sujeira e podridão que o rodeava. E se ele não fosse tudo aquilo que pensava que era? E se ele fosse apenas que haviam lhe dito? Ele sumiu e como num passe de magicas, desapareceu sem deixar vestígios. Talvez ele realmente seja somente uma chama já quase apagada. Uma fogueira que apagou antes do luar..
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Poder Utopico
N uma fria noite de janeiro de 1822, a despeito do clima, duas mil e quinhentas pessoas estavam reunidas no grande salão de bailes do novo Hotel Pensilvânia, em Nova York, esperando por ela. Um desfile de belos vestidos, finos ternos e as melhores bebidas eram servidas. Do lado de fora a rua se tornara uma passarela para carros importados e nacionais, novos e usados que não paravam de chegar. Um buffet completo e os melhores garçons, juntamente com as musicas de excelente qualidade tornavam o baile animado. As pessoas haviam se reunido esperando por sua presença. Mal sabia ela a influência que uma mulher da família real tinha sobre a sociedade, mas as responsabilidades e o titulo de princesa a esmagavam e sufocavam a cada compromisso. Ela já não tinha voz, não podia ser ela mesma um dia sequer, pois haviam pessoas ao seu lado para controlar seus dias desde o acordar ao deitar-se. Ela só queria controlar o fluxo de sua vida sem a interferência de ninguém e ficar sozinha por alguns instantes, mas que estes não fossem as poucas horas de sono que tinha. Ela queria viajar, tocar seu violão em alguma praça e observar os pombos comendo as migalhas que lhes jogavam, os casais namorando, as crianças brincando, mas tudo isso era uma utopia.
Quando o carro chegou ao hotel, ela desceu com a ajuda de seus guardas e dirigiu-se à porta do baile e o seu nome foi anunciado. As pessoas olharam para ela e iam se afastando uma por uma, abrindo um corredor até o palco para que os guardas reais e ela passassem. Uma chuva de olhares diversos ia caindo sobre a princesa. Alguns invejavam seu vestido, seus sapatos, sua pele, seus cabelos ou sua vida, mas mal sabiam eles que quem os invejava era ela que daria tudo para ser livre como eles. Outros a olhavam com prestigio pelo seu nome, sua posição social e pelo poder que tinha. Poder, por sinal, que de nada valia. De que adiantava ter todo o poder e estar presa dentro de si mesma?
Ao chegar no palco, esperavam que ela os dissesse que era um prazer estar ali, o que esperava fazer por eles ou a quantidade de empregos que o novo hotel traria para a cidade. Ela estava tão desesperada por um gole amargo de solidão que de sua boca saiu apenas um singelo e amargurado "Boa Noite". As palavras que sua mãe desferira antes de chegar ao hotel quando percebeu que havia algo de errado com a princesa, ecoavam em sua cabeça desesperando-a cada vez mais. "Você sabe que todos dependem de você e anseiam por sua presença. Você nasceu para ter obrigações e compromissos. Faça isso por seu pai que já não se encontra entre nós. Não nos decepcione."
Ela saiu correndo em direção a porta. Um homem estranho com um chapéu que lhe cobria o rosto segurou-me pelo braço, deu-lhe um vidrinho pequeno e escuro e disse:
_Somente isso lhe dará o que tanto procura!
Ao chegar à calçada, viu que o carro estava lá estacionado e vazio pois o guarda que cuidava do carro havia ido ao banheiro. Ela entrou no carro, rodou a chave que ainda estava la e deu partida. Estava tão sufocada e amargurada que decidiu ser livre de uma vez. Soltou o volante, fechou os olhos e deixou que a liberdade a guiasse. Ela a guiou até o lago que ficava numa praça perto do hotel. O carro atravessou uma mureta de proteção e lançou-se em direção ao lago. A água penetrava em seu corpo como milhões de agulhas espalhadas. Mesmo com toda dor ela continuava ali, de olhos fechados, submergindo centímetro por centímetro junto aos seus medos e tristezas. Ela já estava gostando da dor pois era a única coisa que pertencia somente a ela e que ninguém podia controlar. Foi quando a dor aumentou e junto com ela o frio. Vozes desesperadas começaram a ecoar em seus ouvidos tirando-a da água. Puseram-na um casaco de pele pesado e desconfortável, porém bem quente. Carregaram-na no colo e quase desacordada vira a face assustada de sua mãe que não compreendera e reprovara a sua atitude.
Levaram-na até um quarto luxuoso do hotel e deitaram-na em uma das camas e a princesa continuava calada. Adormeceu ali mesmo, na cama de um hotel. Ela acordou com sua mãe e suas criadas tentando arrumar seu cabelo, escolhendo um vestido e falando sobre um novo compromisso, uma nova aparição em publico, ignorando o terror da noite passada. A princesa levantou-se, virou-se de costas, vestiu o lindo vestido, agachou-se frente ao criado-mudo e pegou o frasco pequeno que o estranho homem avia lhe entregado e tomou todo o seu conteúdo. Levantou-se, sentiu uma dor no peito e caiu sobre a cama. As vozes começaram a ficar distantes e a única coisa que ela conseguia ouvir eram os doces sons das batidas do seu coração, cada vez mais lentas. Aquele poderoso veneno havia tirado a vida de uma futura rainha.
Dois dias depois, após seu sepultamento estava la para quem quisesse ver o que sobrou da princesa, além de seus sonhos eternos de liberdade. Rosas brancas, grandes e pequenas encima de uma lápide branca de mármore esculpida onde se podia ler: "aqui jaz uma princesa, agora livre".
domingo, 15 de julho de 2012
Elo Quebrado
Neste momento, me sinto como um espelho que é incapaz de não transmitir o que lhe é repassado. Mesmo que eu quisesse, meus sentimentos estão tão à flor da pele que eu não ousaria escondê-los do mundo. Quando um espelho se quebra nunca volta a ser o que era. Eu repetia isso na minha cabeça desde quando acordei. Acordar chega a ser engraçado. O que seria acordar pra uma pessoa que mal conseguiu juntar suas pálpebras? O sentimento de medo e insegurança unidos ao pressentimento de que algo daria errado era tão grande que impedia meu cérebro de processar quaisquer informações opostas. Talvez a lua não fosse tão brilhante ou talvez meus pensamentos impediam o brilho deste ser celeste chegarem até meu coração. Como proceder quando se sabe que alguém pode estar tocando no que é seu? Talvez uma nuvem negra e tempestuosa, carregada de trovões e raios tenha conseguido chegar até a LUA e envolvê-la com astúcia e voracidade ou então a lua esteja tão distante desta nuvem que somente o sol é capaz de tocá-la. A lua é tão brilhante e tão misteriosa que à mim é impossível desvendá-la.
A sua luz é tão encantadora e tão enfeitiçante que faz esquecer-me de meu próprio ar só para poder prová-la. Suas formas indesvendáveis são como ímãs para meus olhos. Poderia renunciar o mundo, todos e até a mim mesmo só para poder contemplar sua majestosidade dias à fio. É tão incrível como as pessoas à minha volta não têm nem ideia que o cara sorridente, cheio de vida, com amor humano para dar e vender está, por dentro, como um sepulcro caiado, impedido de transmitir felicidade. A lua o cegou, o deixou mudo, o deixou sem saídas como um nó amarrado em uma âncora de um navio afundando em seus próprios anseios e infelicidades. Neste momento, é como se a vida estivesse escorrendo entre meus dedos e eu estava ali, inerte, sem desejo de mudança. Se a lua desaparecesse ou se seu brilho fosse ofuscado por outra nuvem, nada mais faria sentido, nada mais teria valor. Nem os maiores tesouros, nem as maiores tecnologias, nem todas as ciências e nem mesmo a luz das mais ricas joias me fariam voltar a ser aquele espelho inteiro. Hoje, por volta da metade do meu dia, uma borboleta pousou na minha mão. Eu a vi de longe batendo suas asas que transmitiam a mais pura confiança que era quase impossível não esperar que ela viesse até mim. Eu estava tão sufocado em meu interior que quase afoguei essa borboleta derramando meus medos e tristezas encima dela como um feroz dilúvio que inunda tudo sem ver. Quando passei a observá-la ela magicamente falou comigo. Não era um simples falar, era como um contato mental e sentimental que somente este ser grande e imponente poderia fazer. Ela, quase afogada, apenas me disse que tudo daria certo e que a lua brilharia novamente pra mim. Aquelas palavras ecoaram em meus ouvidos e por uma fração de segundos elas fizeram sentido. Mas depois a realidade voltou e me fez ver que o medo não tinha fugido e sim, se escondido, me dando a oportunidade de experimentar o doce gosto de ser eu mesmo, de ser uma criança inocente que acredita que tudo vai ficar bem e que tudo não passou de um terrível pesadelo. Este gosto permanece em mim inesquecível como o gosto de um primeiro beijo ou como o gosto do primeiro doce na boca de uma criança.
A vida e seus afazeres tomaram meu tempo e me mostraram que mesmo que a nuvem negra e a LUA se unam, o sentimento e o imensurável amor que eu tenho por esta, às vezes cheia, às vezes minguante é tão inimaginavelmente grande que ela continuaria brilhando em meus pensamentos e lembranças pois a vida segue seu fluxo sem possibilidade de impedimentos. Mesmo juntos, o ar, a agua, o alimento e o sangue pulsando e percorrendo minhas veias não chegam aos pés da importância desta LUA. Ao final do dia transpassei todos estes medos e anseios para um pergaminho de imaginações, o coloquei na garrafa da vida e lancei-o no mar do tempo esperando que em algum momento ele a encontre e no ponto auge da minha vida toda essa lembrança volte como um soco em meu coração, me fazendo ver que a lua continua eterna, pelo menos para mim.
Sede por Liberdade
La estava eu, parado frente a um muro gigantesco. Eu não sabia
o que me esperava do outro lado, mas aquilo me atraia com tal força que eu não poderia
não pensar em atravessá-lo. Este muro era tão grande quanto minha sede de mudar
minha quase imperceptível existência.
Como ultrapassá-lo? Como eu poderia me tornar alguém se o desafio maior
estava diante dos meus olhos e eu não tinha nem ideia do que fazer? Percorri
seus extremos e notei que ele não era imponente somente por sua altura, mas também
por sua extensão.
Uma ideia me veio na cabeça e esta era tão atrativa quanto
um jogo suicida. Eu tinha certeza que este muro me machucaria, mas eu sabia
também que esta dor não se compararia às dores da minha caminhada até onde
havia chegado, as quais não ouso aqui citar.
Escalar! Esta era a ideia. Eu olhava este muro como quem olha
mil peças de quebra-cabeça espalhadas e desunidas pelo chão. Era um desafio,
uma tentativa única que eu não podia retroceder. Pus-me a escalar, segurando
pedra por pedra, calçando meus pés em cada brecha que encontrava e ia tirando
forças de um “eu” que até então estava adormecido. Quando estava próximo ao topo pude ouvir um
belo som que me fazia recordar o velho piano que meu pai tocava, unido ao som
de um instrumento de cordas desconhecido
mas que se igualavam com maestria numa sinfonia de coragem e impetuosidade. Pela
primeira vez em minha existência, no desconhecido eu me senti em casa. Ao
chegar no topo, pude ver o que me esperava do outro lado. Era um imenso vazio,
apenas com um céu azul-cintilante sem nuvens, e um sol laranja-fogo cautelosamente pintado
ao longe nessa imensidão.
Ao perceber que havia acabado de experimentar o insipido e
viciante gosto da liberdade me dei à surpresa de notar que estes sons que
ecoavam vinham de dentro de mim com uma melodia que dizia “Você venceu, hoje
você é alguém. Olhe para dentro de si, pois a liberdade é a essência de sua existência”.
Uma lágrima então escorreu em minha face e soltei minhas mãos esperando ir de encontro ao vazio sem me importar com a altura e com a queda. Ao sentir meu corpo
tocando o chão vi uma luz branca e forte. Fechei os olhos e lancei-me ao infinito, junto a uma porção de
estrelas e pude ouvir novamente aquela melodia: você venceu, hoje você é alguém.
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